Foto: Reprodução Redes Sociais
Texto: Samuel Oliver
Edição: Samuel Oliver
 
      Nessa última terça-feira (05), Romeu Zema (Novo), Governador de Minas Gerais, e os secretários  de Estado de Planejamento e Gestão, Otto Levy, e da Fazenda, Gustavo Barbosa, disseram em entrevista coletiva, na Cidade Administrativa, que será enviado para a Assembleia Legislativa o primeiro projeto do governo de Zema, que tem pouco mais de 30 dias de início.
 
Esse projeto falado pelo Governador é o projeto de lei da reforma administrativa, que foi enviado em regime de urgência para que os deados estaduais possam realizar uma apreciação.
 
  Toda a proposta prevê uma economia de cerca de R$ 1 bilhão de reais em 4 anos, tendo uma economia anual de R$235 milhões. Algumas modificações para que esse número seja alcançado são previstas, como a redução das secretarias que atualmente contam com 21 delas e é previsto a redução para 12 pastas, apenas, sendo elas: elas: Planejamento e Gestão; Fazenda; Saúde; Educação; Justiça e Segurança Pública; Governo, Desenvolvimento Econômico; Meio Ambiente; Impacto Social, Agricultura, Pecuária e Abastecimento; Cultura e Turismo; e Infraestrutura e Mobilidade.
 
Outra medida prevista é a redução de empresas, autarquias e fundações, o corte de cargos de comissão e a fusão das pastas, tudo para que se possa alcançar o número previsto de economia. Além disso, há também a redução da estrutura estadual de 75 para 57 órgãos.
 
 
É previsto ainda o enxugamento da estrutura interna das secretarias em 47%, o corte das subsecretarias, superintendências, diretorias e assessorias. Cargos de comissão, gratificações e funções gratificadas terão redução até atingir cerca de 1.700. Na segunda etapa da reforma ainda terá a restruturação das fundações, autarquias e empresas.
 
O Governador de Minas Gerais diz estar confiante e que tudo está sendo feito levando em consideração a grande dívida que o Estado tem e a situação complexa em que Minas se encontra.